
Somos um escritório de design com desenvolvimento focado em criatividade. Nosso trabalho é desenvolver as marcas de nossos clientes, utilizando experiência, inteligência e audácia...


Uma das técnicas mais interessantes de representação visual, na minha opinião, é a colagem. Utilizar pedaços de imagens para compor uma nova mensagem visual requer muita criatividade e, no mínimo, paciência.
O resultado, porém, pode ser extraordinário. Desde os primeiros experimentos artísticos com a técnica, observados nas obras cubistas, a colagem se desenvolveu e hoje conta com diversas aplicações tanto no meio impresso, como no digital e no áudio-visual.
O blog El Collage, do ilustrador carioca Mauricio Planel traz ótimos trabalhos de colagem. Confira alguns exemplos:
Confira também alguns outros exemplos de colagem em outras mídias:
Pra galera que acompanha o blog da Manada, eu não conheço ninguém que tenha feito muitos trabalhos de colagem. Se você gosta de colagem e tem algum trabalho, mande pra nós! Ficaremos felizes em publicar seu trabalho aqui no blog da Manada.
O DCI – Diário Comércio Industria e Serviços publicou hoje na seção Mídia e Marketing uma entrevista muito interessante sobre o mercado de design atualmente.
O entrevistado foi Lincoln Seragini que é presidente da Seragini Desgin , empresa bem forte na área de identidade de marca e design de embalagem, atendendo clientes como a Bom Bril, Coral, Arno, Instituto Ayrton Senna e outras empresas de expressão no mercado nacional.
O legal que Lincoln conta na entrevista que o mercado brasileiro está começando a “enxergar” o Design como uma ferramenta ou arma para a estratégia de uma empresa, baseando o design como uma forma de inovar. A inovação na verdade é o resultado da composição de toda uma gestão do design. E aquela concepção de que o design faz “coisinhas bonitinhas” está caindo por água abaixo. (GRAÇAS A DEUS)
Ponto legal da entrevista também é quando ele cita:
“E, mais que tudo, tenho ouvido muito que o grande mérito do design é que ele é otimista, acredita que vai encontrar a solução.”
Ou seja o design arranja formas ou meios de materializar qualquer coisa, em minha monografia e no próprio curso de design pude perceber que o design pode materializar qualquer idéia pelo simples fato de ser uma profissão multidisciplinar e altamente metodológica.
Na verdade, o fator multidisciplinar no design tem um ponto fraco e um forte, o forte é este ponto que citei acima o fraco é que, se a instituição de ensino da área não transmite esta concepção ao pessoal que esta se profissionalizando, o designer se torna uma pessoa que faz de tudo e na verdade não sabe o que realmente faz. Este é um dos grandes motivos que a profissão não foi regulamentada ainda, ou seja, é uma área de tal abrangência que é realmente complicado mensurar o que é o design.
Como a reportagem é focada em branding, marca e identidade confira a entrevista na integra. Para aguçar sua curiosidade aí vai um trecho da reportagem:
Lincoln Seragini: O principio é que a marca é a cara da empresa. Naturalmente, marca não é somente logotipo, desenho. É uma filosofia, até mesmo uma idéia. O desenho da marca é a ponta do iceberg, é o que você vê. Mas a história e o compromisso são comunicados de várias outras maneiras. A marca é construída desde o início pela sua idéia inspiradora, pelas suas atitudes retratadas nos produtos, pelo relacionamento com mercado e com os funcionários. Tudo isso somado constitui a marca. Marca não é apenas símbolo e logotipo. É uma história.
Esta é para o pessoal que trabalha com design de interior e para os fissurados em decoração.. está rolando em Joinville – SC uma feira Internacional de Artesanato com artesãos do mundo inteiro, com produtos do Quenia, Zimbabuê, Chile, Argentina, Cuba e uma porrada de lugar… Vale a pena conferir.. São 90 expositores de 20 lugares do mundo. Os preços estão todos abaixo do mercado aqui no Brasil, pena que esqueci de levar a câmera para fazer a cobertura um pouco melhor…
Dados do envento:
Nome: Mão da Terra – Feira Internacional de Artesanato
A partir do próximo dia 31 até 9 de novembro – das 14h – 22h
Onde: Expocentro Edmundo Doubrawa, no Centreventos Cau Hansen
Entrada: R$5,00, crianças com até 12 anos e pessoas com mais de 60 não pagam
Para quem não sabe, todo ano rola o Dia Internacional da Animação, dia 28/10.
Este é um evento que acontece simultaneamente em diversas cidades de mais de 50 países!
Para a felicidade dos integrantes da Manada, Joinville receberá o evento pelo segundo ano consecutivo, e nós vamos estar lá para conferir. Além da mostra de animação, o evento este ano contará também com a entrega do 1º Prêmio Menino Caranguejo de Animação Estudantil. Além disso, serão apresentadas também animações do Projeto Animado Ambiental e a animação Escolha Viver sem Drogas, uma ótima oportunidade para quem ainda não viu.
Confira todas as informações nas imagens abaixo e não deixe de prestigiar. Para aqueles que quiserem conhecer um pouco mais sobre a Manada, que está apoiando o evento, é só procurar que nós estaremos por lá.
Aproveitamos e deixamos aqui um forte abraço a todo o pessoal da organização do evento: Chicolam, Paulo Kielwagen, Cris e Greengirl (também conhecidos como a Equipe Caranguejo)
Aí vai o cronograma do evento
**Este post é uma tradução livre do texto publicado em Smashingmagazine – 7 Ingredients Of Good Corporate Design
É difícil definir design. Temos uma vasta gama de definições para escolher. Design não visa apenas o design gráfico, mas também a estratégia. Ela é usada em uma variedade de indústrias, tais como engenharia, arquitetura e web design.
Isto significa que o design não é apenas de natureza gráfica ( que é uma forma de representação visual e artística), mas também de planejamento de processos para alcançar determinados objetivos. As grandes corporações compreendem claramente esta ferramenta em seus projetos e estratégias para alcançar o sucesso.
Para um bom design corporativo, temos de estar conscientes de dois elementos principais, que podem ser subdivididas em um total de sete “ingredientes”:
1. Sinal Gráfico (Marca)
Tipicamente, uma marca é concebida para o reconhecimento imediato. Os usuários muitas vezes identificam uma corporação ppor sua marca. Basta olhar para as imagens acima: os nomes das empresas deverão imediatamente “aparecer” em sua cabeça..
Mas o sinal gráfico é apenas um dos aspectos de uma estratégia de marca da empresa. Ela ajuda, naturalmente, a diferenciar uma empresa de seus concorrentes, mas uma grande marca não quer dizer nada a menos que valha alguma coisa. Se você foi incumbido da tarefa de criar uma marca para uma organização, seu trabalho é criar uma imagem abrasta limpa, de simples assimilação, que acrescente algum significado para a organização. Você pode ler mais sobre a importância do design de marcas em Seth Godin’s Article.
2. Tipografia
Uma tipografia bem proporcionada, limpa e forte pode fazer toda a diferença em um site ou até mesmo a um flyer corporativo. Uma boa tipografia cria um sentimento de “Há algo sobre isso” na consciência das pessoas.
Uma das mais bem sucedidas fontes que podem ser vistas por toda parte (placas, edifícios, aviões e outros) é a Helvetica. Esta é a King Kong dos caracteres tipográficos, há mais de 50 anos. Helvetica mudou o mundo da tipografia. Mostrou à tipógrafos e designers gráficos que o simples é bom.
Grandes empresas tendem a adotar a clara fonte sans-serif como seus caracteres tipográficos. Uma tipo deve refletir a imagem da companhia e suas crenças. Se uma empresa é um pouco conservadora, então deve-se usar uma tipográfia com caracteres serifados, como a Times New Roman. Estes caracteres tipográficos refletem os desenhos clássicos. Com a ajuda de grandes tipografias, uma organização deverá reforçar um lema ou uma mensagem entregue aos seus utilizadores.
Todos os textos de um website, não apenas em sites corporativos, precisam ser legíveis. Um web designer deve levar em consideração os diferentes motores de renderização de cada navegador; textos e fontes não são os mesmos entre diferentes navegadores.
Em grandes sites corporativos a usabilidade desempenha uma papel cada vez mais amplo na tipografia do design. A empresa deve também se importar com seus utilizadores com deficiência, que só podem ler com ajuda de leitor de tela e outros.
Considere os seguintes links para recursos corporativos sobre tipografia:
3. Cores
Um designer gráfico normalmente deveria ser cuidadoso no momento de conceber a identidade visual de uma grande corporação. Devemos levar em consideração diferentes combinações de cor, dentro dos seus significados teóricos.
O esquema de cores corporativos que o designer escolhe faz uma forte declaração sobre a organização e a forma de como ela faz negócios. Como acontece com todos os outros elementos mencionados acima, as cores devem enfatizar a filosofia e a estratégia da corporação.
A investigação conduzida pelo Institute of Color Research revela que todos os seres humanos fazem em seu subconsciente uma sentença sobre uma pessoa, ambiente ou intem dentro de 90 segundos, e que essa avaliação é baseada principalmente na cor. Isto demonstra o importante papel das cores corporativas em design gráfico.
//– fora do texto original – Leia mais sobre cores: Um guia para escolher cores para sua marca
Introduza o mundo de paletas de cores em harmonia. Há muitas ferramentas online úteis para criar belas e atraentes cores, como o COLOURlovers, que exibe cores e tendências de paletas.
Uma ferramenta é particularmente interessante para o ponto de vista tecnológico que lhe está subjacente. Aparentemente, o nosso cérebro não evoluiu para ver ou apreciar a concentração e a saturação das cores que são consideradas “cores básicas”. Nossos olhos evoluíram para ver cores sofisticadas cores naturais que raramente colidem uma com a outra.
Considere os seguintes links para obter mais detalhes sobre a teoria da cor:
Leia a primeira parte deste artigo (Parte 1/2)
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4. Marca/Brand
Marca é a definição dos negócios corporativos. O nome de uma organização pode servir também como sua marca. A marca reflete o valor pelo qual é percebida a empresa no mercado. Marca comunica uma estratégia da organização em uma forma universal ao seu públicos-alvo.
Branding é algo que não se direciona apenas ao mercado-alvo que da corporação, mas sim, a fornecer uma perspectiva para que a sociedade veja uma solução para seus problemas. A companhia deverá estabelecer objetivos para sua marca desde o início. Estas são as características da organização e devem refletir a filosofia da organização, processos, imagens e etc. Uma marca forte desenvolve credibilidade e motiva os seus clientes.
Outras leituras:
5. Qualidade
A qualidade é um dos elementos mais importantes. Ela define a empresa através de suas políticas, procedimentos e responsabilidades para com os usuários/clientes. Uma empresa que oferece produtos ou serviços de qualidade grandes chances de trazer de volta um cliente/usuário não apenas uma, mas várias vezes.
A qualidade deve ser refletida em todos os aspectos de uma corporação: como ela faz negócios, o tipo de produto ou serviços que ela produz, como ela lida com seus clientes e perspectivas. O mesmo é verdadeiro para o design do site.
Veja como é notório que os seguintes screenshots refletem qualidade:
Nem tão memorável design:
6. Comunidade
Muitas grandes empresas tendem a negligenciar este aspecto da sua atividade. A primeira grande empresa que foi reconhecida por este importante elemento foi a Apple. Foi criada uma dedicada e entusiasta comunidade em torno de seus produtos, o que acabou liquidando a longo prazo.
Não é uma tarefa fácil a forma entusiástica de comunidades alavancar esse poder. A companhia deverá sempre se esquivar de produtos ou serviços que não atinjam o padrão de qualidade estabelecido para não afetar a imagem positiva de sua base de utilizadores.
Uma maneira de formar uma comunidade em relação a empresa está no recrutamento dos evangelitas dos produtos. Envagelismo é uma forma de boca-a-boca da comercialização em uma empresa que incentiva os clientes a acreditarem firmemente nos seus produtos, o que leva estes clientes a promoverem ativamente a empresa ao tentar convencer outras pessoas para comprar ou usar seus produtos. Essas pessoas muitas vezes se tornam os principais influenciadores na comunidade, porque elas não são pagas e não tem nenhum vínculo com a empresa, eles são percebidos pelos demais como sendo credível.
Vejamos o exemplo da Apple e descubra as três etapas da criação de uma comunidade:
7. Cultura
Quando se fala de cultura, não se deve leva-la ao pé da letra. Cultura são os gostos, costumes, conhecimentos e valores que são compartilhados e favorecidos pela comunidade. Se uma empresa tem comunidades formadas em torno de seus produtos, isso não significa necessariamente que estas comunidades tenham uma cultura saudável. De fato, uma cultura pode arruinar a reputação da empresa em suas futuras perspectivas .
Na microsoft temos, infelizmente, um bom exemplo de má cultura da comunidade. Esta cultura é sobretudo o resultados de políticas da companhia e como ela tem cultivado a sua comunidade. Por outro lado, a Apple criou uma comunidade relativamente saudável por envolver seus produtos em mistério e rumor. Pense nas longas filas em frente às lojas Apple nos EUA, Europa e Ásia, ansiosamente à espera do iphone.
Nos últimos anos, não só se formaram culturas em torno de produtos Apple, mas também subculturas. Subculturas de rumores em torno do produto, resultaram em muitos sites, como o MacRumors.com e Appleinsider.com.
Sobre o autor
György Fekete é desenvelvor web com 5 anos de experiência em web design e desenvolvimento. Ele é fundador da Primal Skill Ltd., estabelecida pela Romanian Web design and development studio. (AI)
**Este post é uma tradução livre do texto publicado em Smashingmagazine – 7 Ingredients Of Good Corporate Design
Começaram as votações para o concurso Peixe-Grande 2008, concurso que premia os talentos da internet no Brasil e tem o objetivo de incentivar o uso, a produção de conteúdo e o fortalecimento da grande rede no país.
A Manada está concorrendo na categoria de melhor Blog! Não deixe de contribuir, VOTE!
A evolução de uma marca pode ser comparada a evolução biológica ensinada nas aulas de biologia do segundo grau, quer ver?
Evolução, no ramo da biologia, é a mudança das características hereditárias de uma população de uma geração para outra (via wikipedia).
Ou seja, para uma empresa ou uma marca a evolução se dá pelas mudanças em suas características devido a um movimento ou uma tendência de mercado. Este processo faz com que a marca mude ao longo do tempo.
As características da empresa são iguais aos genes, que na genética podem produzir novas características ou alterar as que já existam. Isto ocorre simplesmente para manter sua sobrevivência.
As mudanças podem ser:
Hereditariedade: onde as mudanças não alteram as características da empresa. Exemplo, mudança da tipo (mais conhecida como fonte), mudança de alguns traços, elementos e outros.
Variação, quando ocorre mudanças bruscas em suas características (genes) estas podem ser por meio de:
Mutação: Quando são “injetados” agentes externos, na ciência cerca de 70% das mutações são prejudiciais.
Estas mudanças são basicamente mecanismos que a “natureza” criou para que a seleção natural. Faça com que sua marca ou empresa não seja a próxima extinta.
É importante sempre estar atento ao mercado.
Promessas de uma velocidade de conexão incrível, mudança do local para um espaço mais amplo e expectativa de aumento do número de “acampados” e dos visitantes que se interessam por tecnologia e internet. Foi com essa imagem que a Futura Networks apresentou a imprensa e ao mercado publicitário a segunda edição brasileira da Campus Party, em evento realizado nessa quinta-feira, 25, em São Paulo.
Em 2009, a versão brasileira do encontro acontecerá entre os dias 19 e 25 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes. A organização espera reunir cerca de seis mil participantes, que ficarão instalados no próprio espaço de 38 mil m² do local durante todos os dias da feira de tecnologia digital.
Na Campus Party Brasil 2008, ocorrida em fevereiro deste ano, a Futura Networks contabilizou a participação de 90 mil pessoas. Para essa segunda edição, a expectativa é de receber cerca de 300 mil visitantes, o que configuraria à feira o título de maior evento mundial de tecnologia e internet. Ao final da primeira edição brasileira, os executivos da organização já manifestaram o desejo de incrementar as dimensões do evento em virtude da boa aceitação do público brasileiro. Antes de chegar ao Brasil, a Campus Party já era realizada na Espanha, há doze anos.
Principal patrocinadora da primeira edição da Feira, a Telefônica também estará presente em toda a infra-estrutura e atrações da segunda edição do evento. A companhia promete levar para os “acampados” uma conexão banda-larga de 10Gb, o dobro da velocidade oferecida na edição de 2008. A operadora de telefonia também estará presente nas atrações nas doze áreas de conteúdo do evento.
Com o anúncio oficial da segunda edição da Feira, objetivo da Futura Networks é angariar mais parceiros e apoiadores para o evento, Na primeira edição, diversas marcas e veículos de comunicação participaram da área de Exposição da Campus Party, disponibilizando aos visitantes atividades interativas e acesso a internet. Até o momento apenas a Telefônica foi citada como patrocinador confirmado. A organização estima que a Feira de Tecnologia movimente um investimento total de cerca de R$ 10 milhões.
As inscrições para a edição 2009 da Campus Party começam nessa sexta-feira, 26. A primeira fase – que vai até o dia 6 de outubro – é voltada somente para as inscrições das pessoas que participaram da primeira edição do acampamento digital. A partir do dia 7 de outubro, a organização abre o cadastro para o público geral, que deve ser realizado no próprio portal da Campus Party.
Via: Meio e Mensagem
Já lançado há um bom tempinho (12/03/2008) temos que registrar este curta produzido pelo nosso grande amigo Julio May que participou na Produção de Locação e Câmera do curta. E a gente sabe que os caras ralam pra caramba.. resultado de um trabalho de qualidade que está muito foda! E a trilha sonora nem se fala… Reparem os contrastes e é claro a chuva! joinville é a cidade da chuva!
O curta foi um apoio da fundação cultural de joinville em 2007 documentando um curta-metragem sobre a vida urbana, industrial e rural de Joinville, representada em um período de 24h. Duração de 15 minutos.
Veja no youtube: parte1 parte 2
Inspirado em obras como Berlim – Sinfonia de uma Metrópole, Um Homem com uma Câmera e a trilogia Qatsi, o filme mostra o passar de um dia através de momentos peculiares e triviais do cotidiano da cidade. Em linguagem que não segue os moldes tradicionais do documentarismo, a narrativa se estabelece na relação da trilha sonora (original) e a montagem, sem diálogos.
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