Somos um escritório de design com desenvolvimento focado em criatividade. Nosso trabalho é desenvolver as marcas de nossos clientes, utilizando experiência, inteligência e audácia...


Posts com a tag: ‘Design’

Arte Urbana – Metrô de Estocolmo

[17/08/2011]

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O metrô de Estocolmo, capital da Suécia, é composto por 100 estações, das quais 47 são subterrâneas. Sua construção se iniciou na década de 50, e desde então, as estações subterrâneas são construídas diretamente na rocha nua, o que garantiu ao metrô da capital sueca o título de mais lindo do mundo.

Se não bastassem as impressionantes estruturas de rocha nua, o metrô de Estocolmo é palco para uma das mais impressionantes expressões artísticas, onde as estações em si são obras de arte, decoradas com motivos diversos, caracterizando uma nova abordagem para o termo arte urbana.

Os estilos e referências são variados, combinando diferentes linguagens que trazem elementos de iluminação e aplicação de materiais. Confira a galeria!

 

Fonte: Fubiz

Branding no Brasil – Estamos fazendo certo?

[26/05/2011]

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O IFDBlog publicou uma entrevista com Marina Willer, Diretora de Criação da Wolff Olins, em Londres. A matéria foi pubicada originalmente na revista Mundo do Marketing, e traz uma discussão interessante sobre o panorâma do branding no Brasil e lá fora.

Confira o post na íntegra:

“Um projeto de Branding para uma empresa vai muito além do design e da identidade visual. Envolve criar personalidade e conteúdo para que a marca faça parte do dia a dia dos consumidores, como uma amiga. O processo é holístico e deve perpassar por todos os estágios que se referem à construção ou ao reposicionamento de uma marca. É o que defende a designer Marina Willer, Diretora de Criação da Wolff Olins.

Há 12 anos no escritório de Londres da agência Wolff Olins, que tem clientes como Unilever, Adidas, Renault e, mais recentemente, as Olimpíadas de 2012, Marina hoje ocupa o cargo de Direção de Criação. No Brasil, entre outros projetos, a executiva esteve envolvida no projeto de criação da Oi, que hoje é um dos principais cases brasileiros de atitude e essência de marca, aproximando a operadora de telefonia celular dos consumidores a partir de plataformas como moda, esportes e cultura.

Em entrevista ao Mundo do Marketing, a profissional fala sobre o trabalho de Branding realizado no Brasil e no mundo e destaca as principais mudanças da área nos últimos anos. Para Marina, ainda há muito a ser explorado por aqui. “Existe uma dessincronia entre imagem e marca, a presença de muitas empresas, a forma como elas se articulam e o que elas fazem”. Leia a entrevista completa a seguir.

Mundo do Marketing: Nesses mais de 10 anos, como você vê a transformação do Branding lá fora e aqui no Brasil também?
Marina Willer: A nossa visão, que acaba refletindo o que acontece no mundo, é que o Branding não é só uma questão de imagem, mas de criar uma experiência completa. São os serviços, os produtos, o jeito da equipe de atendimento falar, o design das lojas. Tudo tem um ponto de partida, que é criar, sempre em conjunto com o cliente. O resultado dessa somatória de experiências forma o Branding. E o design visual tem um papel muito importante, mas não é a única coisa.

Mundo do Marketing: O Branding tem que ser uma coisa holística. As empresas já conseguem fazer isso?
Marina Willer: Acho que isso é uma coisa que as pessoas estão começando a se dar conta agora. Algumas se preocupam cada vez mais com isso. Um dos nossos clientes é o Skype. O Skype é algo tão genial, que não importa muito a marca, o logo, mas a essência, o papel que ele cumpre no mundo. Tem um banco na Inglaterra que chama First Direct (uma divisão do HSBC), em que tudo é feito por telefone ou online. Não existe agência. Nós fizemos o Branding deles e a promessa é que, se você ligar, o telefone só pode tocar três vezes. Coisas assim. Ele é extremamente fácil, sem frescura, sem burocracia. É a atitude o que importa mesmo.

Tem clientes que já fazem isso, mas acho que ainda está no começo. No Brasil, Branding ainda equivale muito à imagem. Agora que a economia brasileira está melhorando e existe um orgulho nacional muito grande, isso tudo está possibilitando o surgimento e o crescimento de negócios de uma forma incrível. Existe uma dessincronia entre imagem e marca, a presença de muitas empresas, a forma como elas se articulam e o que elas fazem. Algumas são extremamente revolucionárias no que fazem, mas ainda não sabem comunicar isso de uma forma que esteja no mesmo nível do trabalho que realizam. Ainda há muito a ser explorado.

Mundo do Marketing: Como as empresas podem fazer isso pelas suas marcas? Por que ainda não chegamos nesse mundo ideal?
Marina Willer: É uma nova disciplina no Brasil. Está começando a acontecer. Fizemos alguns projetos aqui, como o da Oi, que eu pessoalmente criei o nome, e a Vivo, que é um grande sucesso. Começamos a trabalhar com a Embraer, que é um importante cliente. Esses já são exemplos de uma presença de Branding como vemos em outros países da Europa, mas é tudo muito novo.

Mundo do Marketing: Já se fala muito em atitude de marca e propósito de marca. Que seria o que a marca promove para o consumidor, para melhorar a vida das pessoas efetivamente. Como você vê essa questão da marca servindo, não só como um elemento diferenciador, mas também estando presente no dia a dia das pessoas como uma amiga?
Marina Willer: O consumidor está exigindo mais coerência, mais responsabilidade social e em relação ao meio ambiente. Queiram ou não, as empresas são forçadas a buscar uma coerência maior entre o que elas falam e o que elas dizem que falam. Não adianta dizer que você é otimista, se está destruindo o planeta. O mundo está muito mais crítico com esse tipo de problema, por causa do acesso à informação. O Brasil tem todo um potencial para crescer nessa área de Branding. Mas, ao mesmo tempo, a revolução digital é tão grande, que já vai acontecer num segundo estágio, não como fazíamos há 10 anos.

Agora é menos filosofia e mais prática. Cada vez mais, as empresas investirão menos em publicidade e mais em coisas reais. No caso da Oi, o sucesso deles refletiu o espírito que criamos juntos a partir de ações, não da publicidade. Esse é um exemplo muito contemporâneo. É um desafio manter essa coerência, mas é uma demonstração de que somente a publicidade não faz a marca.

Mundo do Marketing: Esse é o desafio para as marcas, criarem uma essência e praticarem essa essência?
Marina Willer: O mercado ainda não entendeu isso. Vemos que, no caso do Brasil, muitas vezes o que as empresas querem ainda é buscar alguém que faça o design, um projeto gráfico. Não é sempre que encontramos clientes que tenham a ambição de realmente usar Branding como uma forma de transformar e definir os negócios. Quem for ambicioso em perceber o valor que isso traz vai sair na frente.

Mundo do Marketing: Falando em consistência, esse é um grande problema que temos, não só no Brasil, mas no mundo. A publicidade acaba podendo trazer inconsistência para a marca, porque cada hora comunica uma coisa. Citando o caso de Dove, há 50 anos eles têm o mesmo tipo de comunicação, que é fazer o teste dos sete dias. Como você vê a importância da consistência da marca para ela se fortalecer e se desenvolver em outros negócios?
Marina Willer: Acho que é um paradoxo. Consistência é fundamental, é o que faz você criar uma história coerente. Quando uma ação que a marca cria aqui ou do outro lado do Brasil é coerente, começamos a perceber que existe uma filosofia, um papel claro para aquela empresa. Ao mesmo tempo, acho que sistemas de linguagem de marca têm que ser mais abertos para que as pessoas possam se envolver e participar. Ter um manual e policiar a marca é coisa do passado. As pessoas criam coisas por conta própria, querem participar. Colaboração é cada vez mais uma parte importante dos negócios. É necessário criar marcas que sejam abertas à parceria. A participação é fundamental na era em que vivemos. Não dá para criar algo que seja tão rígido que ninguém possa interpretar de diferentes formas. A grande sacada é criar marcas que as pessoas possam adaptar, transformar, participar, que se sintam donas também.

Mundo do Marketing: As marcas têm que conversar com os consumidores. E a marca só consegue isso se tem conteúdo. Como vocês têm trabalhado os projetos em Londres, desde a construção mesmo, a partir do zero, até um reposicionamento?
Marina Willer: Cada projeto é diferente. O que é comum é que a criação é muito colaborativa, sempre em parceria com o cliente e as pessoas que têm uma influência na construção daquela marca. Isso é fundamental para o sucesso. Não é algo artificial, que criamos no laboratório e impomos. O processo é muito de entender o que é único e especial naquela organização. O que é a essência, o que está no DNA?

Muitas vezes há enormes divergências entra as pessoas dentro da própria empresa. É como ir num psiquiatra, fazer psicanálise em grupo, tem que tentar concordar. Se você não consegue concordar na essência, cria o projeto já fraco desde o início. Quando trabalhamos com organizações muita grandes, boa parte do processo é só chegar a um acordo. É dizer “Então a essência é isso, ok? Todos estão de acordo? Então é nisso que vamos trabalhar”. Também é fundamental entender o mundo em volta, o que já existe, o que estão fazendo, o que está faltando. Encontrar o papel dessa organização.

Mundo do Marketing: Como você vê casos internacionais? Aqui no Brasil falam invariavelmente de marcas como Apple e Starbucks. Que outras têm feito trabalhos relevantes na área de Branding?
Marina Willer: Uma das minhas marcas favoritas é o Obama, mas faliu, né? Começou bem, tinha uma coerência entre o que ele acreditava e a imagem que se criou. O Google, por exemplo, é uma marca fenomenal, por causa do que eles fazem. Tem uma logo terrível e criam novas que são todas terríveis, mas não estamos nem aí para a estética porque aquilo tem tanto menos importância. É a mesma coisa do Skype. Como falei, estamos trabalhando com eles, e a nossa preocupação menor é tentar transformar a marca. Também vamos fazer isso, mas menos no sentido estético e mais no sentido de como ela pode interagir, que papéis pode cumprir. Vai além de ser bonito ou moderno. Não é bonito, mas ninguém está deixando de usar o Skype por causa disso.

Mundo do Marketing: Falando de Londres, que marcas têm força e podem ser citadas, até para servir de exemplo para o Brasil?
Marina Willer: Criamos uma marca local que se chama MacMillan e ajuda pessoas que têm câncer. O que eles fazem é maravilhoso, a marca realmente veio à vida em todas as dimensões, não só da comunicação. Eles já tinham a convicção, não tivemos que ensiná-los. Ajudamos apenas a transformar em algo mais jovem, de movimento. Tem também a Tate, um projeto que eu fiz a identidade, que é super coerente entre experiência, design e jeito de fazer curadoria. É a primeira vez que um museu realmente abraçou a ideia de Branding. Hoje é o museu de arte moderna mais visitado do mundo. Teve um impacto muito grande, não só por causa do que fizemos com eles, mas por tudo.

Mundo do Marketing: E no Brasil, há algum projeto?
Marina Willer: Sempre temos planos de fazer projetos aqui. A ideia é ter uma presença no país, mas usar nossos melhores talentos nos vários escritórios, principalmente em Nova York e Londres. Como eu sou brasileira, sempre participo dos projetos daqui, porque o conhecimento local é muito importante. Ao mesmo tempo, o que oferecemos aos clientes é tanto um conhecimento profundo do mercado e da cultura local, quanto os melhores talentos que fizeram grandes marcas que estão aí pelo mundo.

Mundo do Marketing: Como eu disse anteriormente, aqui no Brasil tem se falado muito sobre propósito e atitude de marca. E lá fora, o que tem sido abordado nessa questão de Branding, quais são as tendências?
Marina Willer: Acho que essa coisa do digital é o que está pegando muito. O mundo digital faz com que as pessoas sejam muito mais críticas, não adianta investir só em publicidade. Como eu falei, também não dá para fazer algo superficial, tem que ser completo. A imagem é um dos componentes. Em todos os mercados estamos sempre questionando a importância de não fazer um projeto que seja só baseado na imagem.

Mundo do Marketing: Como você vê a evolução do Branding no Brasil comparado a outros países?
Marina Willer: O Brasil é muito rápido em abraçar mudanças, isso é um lado muito positivo. De um dia para o outro, tudo começa a acontecer. É um país muito aberto à transformação. Ainda tem muito para se conquistar aqui, é um território muito aberto. Fico impressionada como não existe algo que unifique o negócio e ajude as empresas a comunicarem e expressarem o que fazem. O mercado está muito focado só na parte de negócios e números e explora pouco o poder do Branding, da criação de uma coisa mais completa, holística. Quem sair na frente vai ganhar. É uma questão de acordar para a urgência disso.”

 

Reportagem: Bruno Mello

 

Arezzo e a Ditadura da Proteção Ambiental

[19/04/2011]

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No dia de ontem (Segunda Feira, 18 de abril de 2011), a marca Arezzo foi alvo da fúria de consumidores brasileiros revoltados com a decisão da marca em lançar produtos confeccionados com peles de animais.

Através das redes sociais, em especial o Facebook e o Twitter, a marca Arezzo foi atacada incessantemente, com reações que variam do “nojento” até a utilização de palavras que preferimos não reproduzir aqui. No dia de ontem a hashtag #Arezzo dominou o Trend Topics do Twitter durante boa parte do dia, uma página de boicote à marca foi criada, e inúmeras discussões foram levantadas em foruns e listas de email.

Agora fica a pergunta: Será que este tipo de reação é realmente válida, ou é apenas um “efeito cascata” de argumentos que não possuem a solidez necessária?

Se por um lado temos uma revolta instantânea – e até agora efêmera – por parte do público consumidor, por outro temos a justificativa apresentada pela marca em nota oficial que diz que todas as peles utilizadas para a confecção da polêmica coleção estão de acordo com as especificações legais, e que, portanto, não possuem impacto ambiental.

Independente do tipo de impacto originado, a Arezzo tem tanto direito de utilizar peles de raposa em seus sapatos, quanto outras marcas tem de usar couro  de vaca em jaquetas, por exemplo.

Até que ponto, portanto, movimentos como este que presenciou-se são realmente relevantes? E até que ponto não passam de uma especulação, de uma válvula de escape para a consciência de pessoas bem intencionadas (ou não), mas que não possuem uma postura ativa em relação ao meio ambiente?

Por mais deslumbrante que seja o potencial das redes sociais em dar voz ao consumidor, de onde vem realmente esta voz? Do consumidor enquanto ser consciente e responsável? Ou de uma opinião pré fabricada, desprovida de um compromisso real e fruto de uma necessidade de se expressar mesmo sem se ter o real domínio de um determinado assunto?

É importante se ter em mente que a radicalização geralmente não se apresenta como um caminho saudável para  a mudança, e que a crítica desmedida e desinformada, sem a apresentação de soluções viáveis, tende a ser tão efêmera e infrutífera quanto a capacidade de quem a pronunciou.

Prêmio Tok&Stock Design Universitário 2011

[13/04/2011]

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Já estão abertas as inscrições para o Prêmio Tok&Stock Design Universitário 2011!

O concurso tem por objetivo desafiar estudantes de design de todo o país a desenvolverem móveis e sistemas construtivos com base em um tema proposto pela empresa. Os prêmios para primeiro, segundo e terceiro colocados são de R$ 10.000,00; R$ 7.000,00 e R$ 4.000,00 respectivamente, além da produção do protótipo do projeto apresentado e de premiações para os professores orientadores.

O concurso, idealizado em 2006, visa contribuir com o desenvolvimento do profissional de design brasileiro, aproximando-o do mercado de trabalho e desenvolvendo suas habilidades dentro da realidade estética, técnica e socio-cultural do mercado brasileiro.

Anjos da Axe caem em Londres!

[17/03/2011]

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Dando continuidade à sua campanha “Fallen Angels”, a Axe inova mais uma vez.

Desta vez a ação teve como palco a estação de metrô Victoria, em Londres. Utilizando o telão da estação e a realidade aumentada, a marca conseguiu mais uma vez surpreender, confira!

Interaction | South America 10

[20/10/2010]

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Acontece em Curitiba, entre os dias 2 e 4 de dezembro/10 a segunda edição do Interaction South America. O evento reúne acadêmicos e profissionais do Design e de áreas co-relacionadas para a realização de palestras, conversas e workshops acerca do design de interação e do perfil do profissional de design.

Este ano o evento contará com nomes de peso do design de interação, nacionais e internacionais, além da apresentação de artigos acadêmicos e cases empresariais.

O que é? – Interaction | South America 10

Quando? – 2 a 4 de dezembro de 2010

Onde? – Universidade Positivo, Curitiba – PR

Crowdsourcing – Inovação…será?

[18/10/2010]

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Imagine uma empresa onde os funcionários são voluntários, não tem nenhum tipo de benefício garantido, e dividem o pagamento, cujo preço é estipulado pelo cliente. Loucura? Não, crowdsourcing!

Apesar de ser um conceito um tanto desconhecido no Brasil, este novo modelo de negócio vem ganhando cada vez mais adeptos ao redor do mundo, principalmente entre designers, publicitários e outros profissionais da criatividade. A lógica é simples, o profissional se cadastra em um site, onde ele pode se inscrever para desenvolver uma campanha, ilustração, produto, marca, etc. O trabalho pode ser desenvolvido individualmente ou em grupos, além de receber “pitacos” de outros profissionais cadastrados no site. Caso o projeto desenvolvido seja escolhido, o preço combinado é pago ao(s) vencedor(es).

A prática é muito similar ao sistema de concorrência, promovido por diversas marcas. A diferença básica é a escala. Por ser um modelo baseado na internet, o crowdsourcing disponibiliza, literalmente, milhares de profissionais para cada projeto. Dois bons exemplos deste sistema podem ser encontrados nos sites Zooppa e Quirky.

O Zooppa é a divisão brasileira da maior empresa de publicidade colaborativa do mundo, e conta com clientes como Sky, Microsoft, Danone e Nova Schin.


No caso do Quirky, o foco é o desenvolvimento de produtos, que além de serem projetados, muitas vezes são comercializados pelo site.

Apesar das vantagens aparentes, será que não é necessário levar em consideração outros aspectos? Como fica o tempo/custo dispendido pelos milhares de profissionais cujos trabalhos não foram selecionados? E o que dizer do contato direto do cliente, que neste modelo não existe?

Nelson, Coupland e Alice – O futuro dos livros!

[22/09/2010]

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Com a crescente invasão de e-readers, tablets e outros gadgets no mercado, umas das incertezas para o futuro próximo é: Como ficarão os livros nesse novo cenário?

Enquanto uns profetizam o fim das mídias impressas, outros defendem que existe espaço para todos na imensa massa de consumidores do nosso planeta terra.

Existe um terceiro tipo de pessoas, entretanto, que olha para o futuro pensando em novas experiências que podem ser proporcionadas ao consumidor. E é justamente o que fez a IDEO, empresa especializada na consultoria em design, e referência mundial de inovação.

A empresa disponibilizou na internet o vídeo abaixo para a apresentação de 3 novos conceitos para a forma como as pessoas irão se relacionar com os livros daqui para frente. Os conceitos foram batizados como NELSON, COUPLAND e ALICE, e trazem um novo olhar sobre como as pessoas irão estudar um determinado tema e compartilhar suas experiências de leitura, além de apresentar novas formas de interação entre o leitor e a história. Confiram o vídeo:

The Future of the Book. from IDEO on Vimeo.

Agora sim eu estou convencido a comprar um IPad!!

Vi no BrainStorm#9

Dealer Clothing – Quando o design encontra o Poker

[30/08/2010]

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A Dealer Clothing é a primeira marca poker wear do Brasil que nasceu da iniciativa dos designers Igor Orzechowski, Ana Carolina de Carvalho Silva e Charles Silva, de Joinville.

Motivada pela crescente popularização do esporte no Brasil – que conta atualmente com aproximadamente 2 milhões de praticantes – a Dealer Clothing tem como objetivo levar o estilo de vida e a cultura do esporte para fora das mesas. Sua linha de produtos conta com 16 estampas de camisetas, além dos modelos de camisas polo.

Como não poderia deixar de ser, o grande diferencial da Dealer está no design! Desde a concepção da marca, passando pelo posicionamento junto ao público e pelos detalhes no desenvolvimento dos produtos, a Dealer Clothing incorpora a união entre o espírito do poker e a inovação.

Todos os produtos da marca podem ser adquiridos no site oficial DealerClothing

E não deixe de seguir @DealerClothing no twitter para ficar sabendo sobre as novidades e lançamentos de novos produtos.

E se você estiver em Joinville, na quinta feira, dia 02/09, a equipe da Dealer estará no Gamp Design, à partir das 18 horas para apresentar o case da marca, não percam!

Dicas de Design para Pequenas Empresas Iniciantes

[21/07/2010]

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Para quem gosta de ler sobre Design e assuntos relacionados, uma boa dica é o IFDBlog, mantido pela Iris Freitas, da IFD Comunicação. O blog é atualizado regularmente, com matérias próprias ou retiradas de algum lugar da internet. Uma ótima opção para o seu reader! Confira uma das matérias que eu li recentemente sobre a importância do Design em pequenos negócios.

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Nenhuma empresa pode prescindir de design, mas a imensa maioria dos pequenos negócios brasileiros não conta com este recurso. Se este é o seu caso, confira dicas essenciais e básicas.

Se ainda não chegou a hora de contratar um designer para trabalhar pela sua empresa, preste atenção à algumas dicas básicas e essenciais do design.

Nenhuma empresa é visível sem um logotipo ou um cartão de visitas. Então, alguém teve que fazer isso. Se quem criou tudo foi você mesmo ou algum grande amigo que sabe usar perfeitamente o computador, verifique se os dez itens abaixo estão de acordo com o que tem sido feito para sua empresa. Senão, é hora de rever o que você está querendo dizer para o seu consumidor:

A marca

Verifique se a marca da sua empresa foi criada dentro dos padrões internacionais de bom senso. Ela precisa ser vista, aplicada e memorizada facilmente. Basicamente isso significa: desenhos muito rebuscados dificilmente cumprirão esta missão. Entenda por isso aquelas letras cheias de ornamentos utilizando as sete cores do arco-íris.

Menos informação é absorvida mais rápido. Isso vale para uma palavra ao invés de uma frase, um algarismo ao invés do número do seu CPF, e para a sua marca simplicada ao invés de um turbilhão de informações. As pessoas tem pressa, cada vez mais. E um desenho que não foi memorizado é tido como desconhecido. O consumidor vai provavelmente confiar no que já conhecido.

Outro detalhe importante. A sua marca pode ser reduzida para ser aplicada numa caneta e ainda assim ser compreendida como tal? E se eu estiver numa estrada, e olhar um outdoor lá longe, consigo ler sua marca? Em fundo texturizado, como faço para aplicar a marca da sua empresa? A boa marca pode ser aplicada na maior parte dos meios sem dificuldade, o que facilita muito a presença da sua empresa em qualquer lugar.

O cartão de visitas

Com uma boa marca fica fácil ter um bom cartão de visitas. Existem muitas maneiras de manter um padrão (tamanho) sem fazer exatamente o que todo mundo faz. Tudo vai depender do que você deseja quando o seu cliente estiver procurando um fornecedor entre 1549 cartões igualmente diagramados. O cartão de visitas é para dizer: olha, aqui estão os meus dados, a identidade da minha empresa e nosso diferencial.
Cores

Quando sua marca foi desenvolvida, algumas coisas foram eleitas para representar a identidade visual da empresa. Pois bem, existem vários meios onde suas cores estarão impressas. Papel, tecido, parede, site. É importante que essas aplicações apresentem o tom mais próximo um do outro, embora seja praticamente impossível que sejam idênticas devido aos diferentes materiais. Porém, é inadmissível que dois papéis do mesmo tipo apresentem tons totalmente diferente da mesma cor. Para isso, existem escalas como RGB, CMYK ou Pantone.

Se você não se preocupa se as cores são originais à do projeto, então tanto faz escrever o seu nome com umas letrinhas a menos, não é mesmo?

A organização da loja ou escritório

Tudo que tem contato com o seu cliente deve seguir a mesma filosofia. E isso tem mais a ver com coerência do que com design, mas estes dois termos estão intimamente relacionados. Se a sua empresa tem como princípio “qualidade máxima”, as gôndolas da sua loja naturalmente foram organizadas com qualidade extrema. A limpeza do local, idem. Eu não acreditaria que a sua empresa trata com qualidade a minha encomenda se o seu funcionário perde mais do que cinco minutos para encontrar o meu pedido em meio à bagunça do escritório.

A mala direta

Na ânsia de atingir todo mundo, o destino da sua mala direta abarrotada de informações será provavelmente o mesmo das outras: o bueiro mais próximo. E lá vai ficar para colaborar com a próxima enchente. Se o objetivo é comunicar uma promoção, que seja este o foco então.

Não queira aproveitar o papel para falar tudo de uma vez. O espaço vazio tem uma extraordinária finalidade pouco conhecida: ele isola uma informação da outra e ajuda os olhos do seu consumidor a percorrer um determinado caminho. Em outras palavras, ajuda a dizer alguma coisa com mais eficiência.

E, se além de comunicar você quiser colaborar com os bueiros e salvar muitas árvores, aproveite as facilidades e economias do e-mail-marketing. Com um bom cadastro autorizado pelos clientes e um design apropriado, as vantagens são muito superiores.

O site

Uma das grandes maravilhas da internet, o site corporativo é obrigatório para qualquer empresa. E por ser tão acessível é possível que você conheça muitas pessoas que sabem fazer um. Cuidado para não colocar na internet uma coleção de páginas sem sentido tornando a missão da sua empresa obscura.

Os sete pecados de um site

* Não cuidar das imagens. Imperdoável que estejam em péssimas condições ou distorcidas;
* Não saber usar animações com moderação;
* Não ter um estudo prévio das informações. Antes de sair fazendo, pense em como facilitar a vida de quem entra no seu site;
* Não pagar pelos direitos autorais das fotografias de terceiros;
* Não colocar as formas de contato em local visível;
* Não atualizar;
* Não divulgar.

autora: Caroline Fülep

Link para o post no IFDBlog