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Semana começando com novidades interessantes para quem trabalha, investe, vende, compra ou simplesmente usa a internet. Confira as notícias abaixo:
Blogs vão virar jornal nos Estados Unidos!
Um dos canais que mais renovou a mecânica da comunicação e da interatividade nos últimos anos, o blog será alçado a um patamar de importância ainda maior pela empresa norte-americana Printed Blog.
Defensora da idéia de que é inviável manter as imprensas tradicional e online desvinculadas, a editora deve lançar, na próxima semana, nas cidades de Chicago e San Francisco, o primeiro jornal produzido apenas por postagens de blog, fóruns e de outros canais de mantidos por usuários comuns da web.
Com o mesmo nome da editora – Printed Blog – o jornal será distribuído gratuitamente e, a princípio, em edições semanais. Entretanto, a expectativa do fundador e editor chefe do novo veículo, Joshua Karp, é de que, em pouco tempo, o jornal passe a ser distribuído duas vezes ao dia, graças ao ilimitado conteúdo de noticiário e postagens que são publicadas a todo o momento na internet.
A ousada iniciativa apóia-se, sobretudo, nas incertezas que pairam sobre o futuro da mídia impressa, principalmente no mercado dos Estados Unidos. Com um noticiário infindável disponível a um clique do mouse, os leitores estariam cada vez mais desinteressados em adquirir os jornais impressos pagos. Oferecer uma publicação gratuita que materialize a velocidade e a pluralidade de informações que circulam na internet seria uma tentativa de cativar esse novo público receptor de conteúdo.
O Printed Blog terá o formato 28cm X 43cm e abrirá espaço para anúncios publicitários de empresas e de prestadores de serviços locais. Em vez do formato tradicional, sua diagramação seguirá os padrões dos próprios blogs, incluindo até os comentários postados por leitores. O plano é que a primeira edição do novo veículo chegue as ruas já na próxima terça-feira, 27.
Divulgado originalmente no Meio e Mensagem, com informações do The New York Times.
Google apresenta seus planos
No último trimestre de 2008, entre outubro e dezembro, O Google obteve um crescimento em suas receitas de 17% em relação ao ano anterior, mas lucro 68% menor, de US$ 382 milhões. A empresa diz que essa foi a “parte fácil”, e que 2009 promete maiores dificuldades.
“Nesse fim de ano, os anunciantes investiram onde o retorno sobre o investimento era o maior, o que era o caso do online”, analisa o presidente do Google Eric Schmidt. “Os consumidores também utilizaram as buscas para comparação de lojas e isso também nos ajudou”.
“De alguma maneira, o último trimestre foi a parte fácil. Tivemos as festas de fim de ano, e as pessoas tinham muitas coisas para vender. Agora, estamos entrando em território desconhecido. Está claro que estamos em meio a uma recessão mundial – e não sabemos o quanto ela irá durar”, afirmou.
O Google está melhor posicionado do que a maioria para enfrentar a recessão. Tem muito dinheiro e um produto publicitário que é mensurável. A empresa enfatizou que continuará a investir em busca patrocinada, na otimização de ferramentas e em facilitar a vida do consumidor que faz a busca.
“Não seria bom se o Google entendesse o significado de sua frase e não apenas as palavras em sua frase?”, questiona Schmidt, dando uma pista do que será feito.
A empresa ainda irá focar em banners, trazendo a “ciência da busca para a arte do display”, por meio da aquisição da Doubleclick. A companhia se disse também otimista quanto às possibilidades do Youtube, já que continuar tentando entender a melhor maneira de fazer dinheiro com o site de vídeos.
Publicado originalmente no Meio e Mensagem
A crise econômica dos EUA acabou de fazer mais uma vítima. Depois de várias instituições financeiras americanas terem fechado as portas (bancos, financiadoras, seguradoras, etc), na última terça-feira (30/09/08), o editor chefe do jornal The New York Sun, Seth Lipsky, publicou no site oficial uma nota divulgando que a edição de ontem do jornal foi sua última. Confira a reportagem publicada pelo Meio e Mensagem:
O jornal The New York Sun anunciou em sua página na web, que fechará as portas por problemas financeiros. Um artigo escrito pelo presidente e editor do veículo, Seth Lipsky, informou os leitores de que a edição de desta terça-feira, 30, seria a última a ser publicada, já que ele, Ira Stoll, o vice presidente do jornal, e os demais parceiros haviam recorrido, sem sucesso, “a todos os meios possíveis para evitar a interrupção da publicação”, citando que este mês havia sido “um dos piores em um século para reunir capital”, em função da crise financeira que atinge os Estados Unidos.
Segundo ele, a decisão de fechar veio no início desta semana depois de uma “séria avaliação das possibilidades de cumprir a meta de ser uma publicação que fosse rentável em um futuro próximo”. No texto, Lipsky fala que foi recebido com “cortesia e respeito” por possíveis parceiros a quem procurou e menciona o “heroísmo” dos patrocinadores do jornal que, segundo ele, teriam continuado – mesmo com a crise – a investir milhões de dólares caso o jornal encontrasse novos sócios. “Não escutamos sequer uma reclamação de alguns deles”, disse.
Criado em abril de 2002 com a intenção de ser uma alternativa ao The New York Times, o The New York Sun é conhecido pelo apaixonado relato de assuntos judeus. Tanto que no comunicado, Lipsky faz referência a data de morte do jornal como sendo o primeiro dia do Rosh Hashanah, o ano novo judeu. Ele ganhou as ruas pela primeira vez graças a um investimento em torno de quase US$ 16 milhões feito por Seth Lipsky, e pela presença de uma série de patrocinadores – em maioria pertencentes ao mundo das finanças – que Lipsky trouxe consigo à época. Atualmente a redação contava com 110 profissionais, que conforme publicou o The New York Times, terão seu seguro de saúde válido até o final de 2008.
No comunicado, o presidente do jornal conta que na última reunião que teve com Ira Stoll, ele havia mencionado que esta não era a primeira vez que eles haviam perdido um jornal que amavam. “Nós aprendemos nestes anos que a aventura de um grande jornal pode abrir precedente para uma outra, ainda maior”.
Entenda a Crise Financeira que começou com o mercado imobiliário norte-americano e como o Pacote de ajuda do governo Bush pode ajudar a reduzir seus efeitos.
A Escola Municipal de Ensino Básico Sadalla Amin Gahnen, de Joinville, completa 10 anos.
Para comemorar, amanhã (12/09) acontecerá uma solenidade junto à comunidade onde será distribuído um jornal contando a história da escola.
O jornal foi desenvolvido em parceria com a Manada, que ficou responsável pelo projeto gráfico.
A Escola Sadalla Amin Gahnen fica localizada no Parque Guarani, uma das comunidades mais carentes de Joinville. Há dez anos atrás a escola funcionava em uma casa, e só foi possível levar a escola até o bairro pelo esforoço dos próprios moradores, liderados por Pedro Rodrigues, o Seu Pedro.
Atualmente a escola conta com uma sede própria, onde atende a 1783 alunos, muitos dos quais tem sua principal refeição diária no hora do recreio.
Para a Manada foi um projeto gratificante. Fica apenas o sentimento de não poder fazer mais…
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