
Somos um escritório de design com desenvolvimento focado em criatividade. Nosso trabalho é desenvolver as marcas de nossos clientes, utilizando experiência, inteligência e audácia...


Pra quem ainda não conhece, o chileno Juan Pablo de Gregorio mantém um blog sobre tipografia, o LETRITAS, recomendadíssimo pela Manada.
Trazendo uma série de ótimas composições tipográficas e análises sobre a aplicação da tipografia, o blog é conteúdo obrigatório nos favoritos de qualquer designer, visite!
O blog é escrito em espanhol (chileno….rá!), mas vale a visita mesmo assim, quem sabe você aprende finalmente a hablar español!
Um dos assuntos mais delicados que eu conheço diz respeito à tipografia. É inegável o valor que o elemento tipográfico tem para um projeto gráfico, já que muitas vezes o texto é a imagem.
Muitos dos designers que eu conheço e um sem número de trabalhos que eu vejo cometem alguns equívocos na utilização das tipografias. Aparentemente existe uma certa resistência por parte dos designers em aceitarem o elemento tipográfico em sua integralidade, o que ocasiona a utilização da tipografia baseda meramente no aspecto formal.
Ora, sendo a escrita a maior abstração do pensamento humano, já que conseguimos criar um código que representa sons através de caracteres, como podemos nos basear apenas em um dos aspectos deste elemento no desenvilvimento de projetos gráficos.
Antes de mais nada, as diversas famílias tipográficas refletem o pensamento dominante e as tecnologias disponíveis ao período na qual foram criadas. Uma gótica alemã do século XIV, por exemplo, é o resultado da fusão entre a dominância da estética verticalizada da arquitetura e a dificuldade de produção de material impresso em um período anterior a Guthemberg.
Aspectos que dizem respeito ao período de desenvolvimento de uma determinada tipografia são importantíssimos para o resultado final do projeto.
Para aqueles que ainda possuem uma certa dificuldade ao lidar com as tipografias, ou para aqueles que simplesmente querem saber mais sobre o assunto, eu recomendo os sites:
Além de muita informação, esses sites trazem links interessantes sobre o assunto. Divirta-se!
Aí vai o recado pra galera que se interessar:
Pra galera de Joinville que estuda, gosta ou se interessa pelo assunto, vale a pena:
Curso Introdutório – 3 módulos
O Curso Introdutório tem duração de 9 horas (3 módulos de 3 horas cada) e apresenta um grande panorama da atividade tipográfica, reunindo informações sobre classificação, história, estrutura, aplicação e desenho de alfabetos.
Objetivos
Capacitar o participante a utilizar a tipografia de maneira consciente e adequada,tirando proveito de todo seu potencial. Aprimorar o olhar tipográfico.
Método
Exposição de informações essenciais e realização de atividades práticas relacionadas a história, estrutura, composição, adequação e desenho. Um intensivão tipográfico.
1º módulo: organização
› apresentação e aquecimento
› terminologia e anatomia dos tipos
› composição de uma fonte
› estilos e famílias
› bibliografia comentada
› des. de letras I: técnicas e primeiras letras
2º módulo: história
› evolução da forma tipográfica
› sistemas de composição e impressão
› classificação prática das fontes
3º módulo: aplicação
› características de uma boa fonte
› adequação tipográfica
› combinação de tipos
› diagramação
› software e mercado
› des. de letras II: letras complementares.
Quando?
12 a 14 de novembro
15h até 18h
Quanto?
Estudantes: R$ 150,00
Profissionais: R$ 200,00
Pagando antecipado tem 20% de desconto:
Estudants: R$ 120,00
Profissionais: 160,00
Onde?
Univille
Dica do Roy
**Este post é uma tradução livre do texto publicado em Smashingmagazine – 7 Ingredients Of Good Corporate Design
É difícil definir design. Temos uma vasta gama de definições para escolher. Design não visa apenas o design gráfico, mas também a estratégia. Ela é usada em uma variedade de indústrias, tais como engenharia, arquitetura e web design.
Isto significa que o design não é apenas de natureza gráfica ( que é uma forma de representação visual e artística), mas também de planejamento de processos para alcançar determinados objetivos. As grandes corporações compreendem claramente esta ferramenta em seus projetos e estratégias para alcançar o sucesso.
Para um bom design corporativo, temos de estar conscientes de dois elementos principais, que podem ser subdivididas em um total de sete “ingredientes”:
1. Sinal Gráfico (Marca)
Tipicamente, uma marca é concebida para o reconhecimento imediato. Os usuários muitas vezes identificam uma corporação ppor sua marca. Basta olhar para as imagens acima: os nomes das empresas deverão imediatamente “aparecer” em sua cabeça..
Mas o sinal gráfico é apenas um dos aspectos de uma estratégia de marca da empresa. Ela ajuda, naturalmente, a diferenciar uma empresa de seus concorrentes, mas uma grande marca não quer dizer nada a menos que valha alguma coisa. Se você foi incumbido da tarefa de criar uma marca para uma organização, seu trabalho é criar uma imagem abrasta limpa, de simples assimilação, que acrescente algum significado para a organização. Você pode ler mais sobre a importância do design de marcas em Seth Godin’s Article.
2. Tipografia
Uma tipografia bem proporcionada, limpa e forte pode fazer toda a diferença em um site ou até mesmo a um flyer corporativo. Uma boa tipografia cria um sentimento de “Há algo sobre isso” na consciência das pessoas.
Uma das mais bem sucedidas fontes que podem ser vistas por toda parte (placas, edifícios, aviões e outros) é a Helvetica. Esta é a King Kong dos caracteres tipográficos, há mais de 50 anos. Helvetica mudou o mundo da tipografia. Mostrou à tipógrafos e designers gráficos que o simples é bom.
Grandes empresas tendem a adotar a clara fonte sans-serif como seus caracteres tipográficos. Uma tipo deve refletir a imagem da companhia e suas crenças. Se uma empresa é um pouco conservadora, então deve-se usar uma tipográfia com caracteres serifados, como a Times New Roman. Estes caracteres tipográficos refletem os desenhos clássicos. Com a ajuda de grandes tipografias, uma organização deverá reforçar um lema ou uma mensagem entregue aos seus utilizadores.
Todos os textos de um website, não apenas em sites corporativos, precisam ser legíveis. Um web designer deve levar em consideração os diferentes motores de renderização de cada navegador; textos e fontes não são os mesmos entre diferentes navegadores.
Em grandes sites corporativos a usabilidade desempenha uma papel cada vez mais amplo na tipografia do design. A empresa deve também se importar com seus utilizadores com deficiência, que só podem ler com ajuda de leitor de tela e outros.
Considere os seguintes links para recursos corporativos sobre tipografia:
3. Cores
Um designer gráfico normalmente deveria ser cuidadoso no momento de conceber a identidade visual de uma grande corporação. Devemos levar em consideração diferentes combinações de cor, dentro dos seus significados teóricos.
O esquema de cores corporativos que o designer escolhe faz uma forte declaração sobre a organização e a forma de como ela faz negócios. Como acontece com todos os outros elementos mencionados acima, as cores devem enfatizar a filosofia e a estratégia da corporação.
A investigação conduzida pelo Institute of Color Research revela que todos os seres humanos fazem em seu subconsciente uma sentença sobre uma pessoa, ambiente ou intem dentro de 90 segundos, e que essa avaliação é baseada principalmente na cor. Isto demonstra o importante papel das cores corporativas em design gráfico.
//– fora do texto original – Leia mais sobre cores: Um guia para escolher cores para sua marca
Introduza o mundo de paletas de cores em harmonia. Há muitas ferramentas online úteis para criar belas e atraentes cores, como o COLOURlovers, que exibe cores e tendências de paletas.
Uma ferramenta é particularmente interessante para o ponto de vista tecnológico que lhe está subjacente. Aparentemente, o nosso cérebro não evoluiu para ver ou apreciar a concentração e a saturação das cores que são consideradas “cores básicas”. Nossos olhos evoluíram para ver cores sofisticadas cores naturais que raramente colidem uma com a outra.
Considere os seguintes links para obter mais detalhes sobre a teoria da cor:
Leia a primeira parte deste artigo (Parte 1/2)
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4. Marca/Brand
Marca é a definição dos negócios corporativos. O nome de uma organização pode servir também como sua marca. A marca reflete o valor pelo qual é percebida a empresa no mercado. Marca comunica uma estratégia da organização em uma forma universal ao seu públicos-alvo.
Branding é algo que não se direciona apenas ao mercado-alvo que da corporação, mas sim, a fornecer uma perspectiva para que a sociedade veja uma solução para seus problemas. A companhia deverá estabelecer objetivos para sua marca desde o início. Estas são as características da organização e devem refletir a filosofia da organização, processos, imagens e etc. Uma marca forte desenvolve credibilidade e motiva os seus clientes.
Outras leituras:
5. Qualidade
A qualidade é um dos elementos mais importantes. Ela define a empresa através de suas políticas, procedimentos e responsabilidades para com os usuários/clientes. Uma empresa que oferece produtos ou serviços de qualidade grandes chances de trazer de volta um cliente/usuário não apenas uma, mas várias vezes.
A qualidade deve ser refletida em todos os aspectos de uma corporação: como ela faz negócios, o tipo de produto ou serviços que ela produz, como ela lida com seus clientes e perspectivas. O mesmo é verdadeiro para o design do site.
Veja como é notório que os seguintes screenshots refletem qualidade:
Nem tão memorável design:
6. Comunidade
Muitas grandes empresas tendem a negligenciar este aspecto da sua atividade. A primeira grande empresa que foi reconhecida por este importante elemento foi a Apple. Foi criada uma dedicada e entusiasta comunidade em torno de seus produtos, o que acabou liquidando a longo prazo.
Não é uma tarefa fácil a forma entusiástica de comunidades alavancar esse poder. A companhia deverá sempre se esquivar de produtos ou serviços que não atinjam o padrão de qualidade estabelecido para não afetar a imagem positiva de sua base de utilizadores.
Uma maneira de formar uma comunidade em relação a empresa está no recrutamento dos evangelitas dos produtos. Envagelismo é uma forma de boca-a-boca da comercialização em uma empresa que incentiva os clientes a acreditarem firmemente nos seus produtos, o que leva estes clientes a promoverem ativamente a empresa ao tentar convencer outras pessoas para comprar ou usar seus produtos. Essas pessoas muitas vezes se tornam os principais influenciadores na comunidade, porque elas não são pagas e não tem nenhum vínculo com a empresa, eles são percebidos pelos demais como sendo credível.
Vejamos o exemplo da Apple e descubra as três etapas da criação de uma comunidade:
7. Cultura
Quando se fala de cultura, não se deve leva-la ao pé da letra. Cultura são os gostos, costumes, conhecimentos e valores que são compartilhados e favorecidos pela comunidade. Se uma empresa tem comunidades formadas em torno de seus produtos, isso não significa necessariamente que estas comunidades tenham uma cultura saudável. De fato, uma cultura pode arruinar a reputação da empresa em suas futuras perspectivas .
Na microsoft temos, infelizmente, um bom exemplo de má cultura da comunidade. Esta cultura é sobretudo o resultados de políticas da companhia e como ela tem cultivado a sua comunidade. Por outro lado, a Apple criou uma comunidade relativamente saudável por envolver seus produtos em mistério e rumor. Pense nas longas filas em frente às lojas Apple nos EUA, Europa e Ásia, ansiosamente à espera do iphone.
Nos últimos anos, não só se formaram culturas em torno de produtos Apple, mas também subculturas. Subculturas de rumores em torno do produto, resultaram em muitos sites, como o MacRumors.com e Appleinsider.com.
Sobre o autor
György Fekete é desenvelvor web com 5 anos de experiência em web design e desenvolvimento. Ele é fundador da Primal Skill Ltd., estabelecida pela Romanian Web design and development studio. (AI)
**Este post é uma tradução livre do texto publicado em Smashingmagazine – 7 Ingredients Of Good Corporate Design
A declaração dos direitos humanos re-interpretada de uma soberba movimento desenhado por Seth Brau. Uma maravilhosa mistura de ilustração e tipografia, produzida por Amy Ponche sobre música Rumspringa.
The Universal Declaration of Human Rights from Seth Brau on Vimeo.
Que tal um tour pelo mundo da tipografia?
Esta é a proposta do site Veer.
Neste site, muito bem feito por sinal, você pode fazer um tour por uma cidade inteiramente idealizada em tipografia, da estação de trem ao paraíso. Idéia excelente, diferente e divertida.
O site ainda disponibiliza materiais legais para download, como wallpapers e free tipos
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